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NOTÍCIAS NÁUTICAS

Empresa busca investidores para barco brasileiro na The Ocean Race

"Sim, o Brasil quer e vai estar na maior regata dos mares do mundo: The Ocean Race! Vêm com a gente empresários!".  Esta é a campanha de marketing empresarial visando atrair investidores para o projeto do barco brasileiro inscrito na The Ocean Race 2023/2024, o SCBrasil Team. Para consolidar o projeto, a empresa SCBrasil Esporte Náutico abriu cotas de sociedade e também patrocínios para a segunda participação brasileira na regata volta ao mundo. Ela busca um investimento total para o programa de 10 milhões de euros, aproximadamente 86 milhões de reais. Já para a sociedade, abriu 10% de seu capital para conquistar um sócio investidor – visando a criação de capital de giro para as ações da empresa brasileira.

O barco brasileiro passou a ser um grande case de negócio com visibilidade mundial a partir da saída de duas paradas da regata, Nova Zelândia e China. Com isto, a organização da maior regata do planeta, conhecida também como Copa do Mundo da Vela – com sede em Alicante na Espanha -, remodelou a rota. Os barcos partem para o continente Americano da cidade do Cabo, seguindo para o Brasil, para Itajaí, no norte de Santa Catarina. São 14 milhas praticamente em linha reta – deixando os barcos navegando por um período de quase 40 dias sem parada (nas edições anteriores eles paravam na Nova Zelândia, antes de vir para o Brasil.)

"Esta mudança deixou o barco brasileiro com maior visibilidade mundial. Será um momento muito forte para o mercado empresarial, onde mais de três bilhões de pessoas em todo planeta estarão acompanhando os barcos e, em especial, o SCBrasil Team. Inquestionavelmente é um grande marketing promocional de uma empresa – atingindo um público heterogêneo", afirma Adilson Pacheco, sócio diretor da SCBrasil.

"E somos uma empresa nova no mercado brasileiro e sentimos a necessidade de atrair mais capital de giro, movimentação de nossos projetos. Com isto, abrimos a porta para mais um sócio, em uma empresa que já tem um foco especifico, o esporte náutico, um setor de alto poder de retorno de investimento", explica Adilson.

Ele destaca que eventos de grande porte podem ser um canal rápido de reaquecimento da economia local. "Vimos recentemente no Brasil o quanto um evento pode em poucos dias favorecer a economia. Cito como exemplo o Grande Prêmio de São Paulo da Fórmula 1. Capitalizou um retorno para a economia local na ordem de R$ 334 milhões, isto em três dias, fora a visibilidade mundial para a capital paulista. Veja então o quanto a economia brasileira pode ser reaquecida com um barco sendo visto por um público mundial durante quase 40 dias".

Para Adilson, a abertura de capital para novos sócios em uma empresa já com um barco no maior evento náutico do planeta é uma garantia do quando ela pode crescer em marketing promocional mundial e nacional. "No Continente temos apenas duas paradas, no Brasil e na América do Norte. Um investimento com retorno garantido. Um barco com tripulação brasileira num evento mundial busca atrair a atenção da mídia, fãs e seguidores. Visa criar atenção para as marcas dos patrocinadores e geração de negócios. Estimular torcida em torno de heróis que irão participar da regata mais rigorosa e temida do mundo", completa. 


Fonte: Redação - Foto: Divulgação

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